A burocracia ambiental não pode se sobrepor aos interesses da nação!

A exploração de petróleo na Margem Equatorial é uma questão de soberania nacional, e a demora no licenciamento ambiental não se justifica. A Petrobras já cumpriu todas as exigências necessárias para dar continuidade às pesquisas de prospecção na região.

O atraso na concessão das licenças pode comprometer a transição energética do país. Sem essa nova fonte de produção, o Brasil corre o risco de prejudicar sua indústria e sua independência energética.

A Petrobras, uma empresa reconhecida internacionalmente por sua competência técnica, inovação e responsabilidade ambiental, seguiu todas as diretrizes estabelecidas pelo órgão licenciador. Não há motivo para postergar a exploração.

Com a previsão de declínio do pré-sal a partir de 2030, o Brasil pode se tornar dependente da importação de combustíveis caso a exploração na Margem Equatorial seja adiada. Isso seria um golpe tanto para nossa soberania quanto para a economia e o agronegócio.

Se não tivermos acesso a essa riqueza, nossa independência energética estará em risco. Há interesses externos que preferem o Brasil como comprador de combustível, e não como potência produtora.

A Petrobras fez sua parte, cumpriu todas as exigências ambientais, e esse impasse precisa ser resolvido. A concessão da licença ambiental é urgente e inadiável. Esse processo precisa de uma solução definitiva!

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